Curadoria Inteligente
09/03/2026 | 2 min leitura

Dinavisa emite alerta sobre produto com retatrutida não autorizado no Paraguai

Dinavisa alerta sobre a comercialização de produto com retatrutida sem autorização no Paraguai e seus riscos à saúde pública.

Dinavisa emite alerta sobre produto com retatrutida não autorizado no Paraguai

A retatrutida tornou-se foco de um alerta no Paraguai após a Dinavisa informar a divulgação de um "próximo lançamento" de um medicamento com o princípio ativo para perda de peso. Segundo o comunicado, o produto não possui registro sanitário, comercialização autorizada ou aprovação de autoridades regulatórias reconhecidas.

A Dinavisa enfatiza que o produto não está autorizado para importação, fabricação, distribuição, promoção ou venda no Paraguai. Também afirma que não há garantias sobre qualidade, segurança e eficácia, e que qualquer promoção do item não possui respaldo sanitário oficial.

Retatrutida no Paraguai: Marketing com influenciadores brasileiros

O comunicado repercutiu no Brasil após evento do laboratório paraguaio Eticos para anunciar a inclusão da retatrutida em seu portfólio, apresentando um protótipo de embalagem de um produto chamado ReduFast. O evento contou com a presença de influenciadores e celebridades brasileiras, como Renato Cariani e Deborah Secco, e indicou um lançamento “em breve”.

Posicionamento da Eticos e da Eli Lilly

A retatrutida pertence à farmacêutica Eli Lilly, está em fase de testes, é protegida por patente e não foi aprovada por nenhuma agência reguladora mundialmente. A Lilly afirmou que ações promocionais envolvendo o composto experimental não se alinham aos padrões da indústria.

Após a repercussão, a Eticos divulgou nota afirmando que sua comunicação gerou expectativas, mas o objetivo era apresentar os esforços em pesquisa e que nenhum produto seria lançado sem aprovação das autoridades.

Alerta sobre Circulação Irregular e Ações da Anvisa

O tema reacende o alerta sobre a circulação irregular de “canetas emagrecedoras” e produtos anunciados sem registro. No Brasil, a Anvisa publicou ações de fiscalização envolvendo tirzepatida e retatrutida, orientando que itens de origem desconhecida não devem ser usados, comercializados, importados, divulgados ou distribuídos.

A Dinavisa recomenda que a população não adquira ou consuma produtos sem autorização sanitária, verifique o registro antes de usar medicamentos e denuncie ofertas ou comercialização irregular pelos canais oficiais.

Original em RCN 67

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