Curadoria Inteligente
23/03/2026 | 2 min leitura

Homem é Torturado no Jupiá, Três Lagoas, em Busca de Informações Sobre Desaparecido

Vítima de tortura no Jupiá é questionada sobre paradeiro de jovem desaparecido. Polícia investiga o caso e busca a principal suspeita.

Homem é Torturado no Jupiá, Três Lagoas, em Busca de Informações Sobre Desaparecido

Um homem de 50 anos foi alvo de tortura e agressões severas na tarde de domingo (22), na Rua Alfa, bairro Jupiá, em Três Lagoas.

Segundo a Polícia Militar, a equipe de Rádio Patrulha respondeu a uma denúncia via 190 sobre um homem caído na rua. No local, encontraram a vítima com dificuldades de locomoção, queixando-se de dores intensas e apresentando múltiplos ferimentos.

A vítima relatou aos policiais que estava em sua casa, perto da ponte do Rio Jupiá, quando três indivíduos desconhecidos arrombaram a porta, invadiram e o dominaram. Em seguida, amarraram seus braços e colocaram um saco em sua cabeça, torturando-o para obter informações sobre o paradeiro de um homem desaparecido na região.

O desaparecido, conforme o relato, é um jovem de 27 anos, residente na mesma área, que não é visto há mais de uma semana. A principal suspeita é A.C.S., de 41 anos, mãe do jovem, que acredita que a vítima tem envolvimento no desaparecimento, embora não apresente evidências.

Ainda de acordo com o registro policial, a suspeita teria ido à casa da vítima dias antes, portando uma faca e fazendo ameaças de morte, dizendo que “seus dias estavam contados”. Há também informações de que um parente dela, agente penitenciário em São Paulo, foi visto rondando o bairro na véspera do crime.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi chamado e levou a vítima ao Hospital Auxiliadora. A avaliação médica constatou fratura de costela, pneumotórax, enfisema cervical resultante de tentativa de estrangulamento, e uma perfuração no braço esquerdo causada por um objeto cortante.

A Polícia Militar fez buscas, mas não localizou a suspeita. Vizinhos informaram que ela mora na Rua Alfa, próximo a um estabelecimento comercial chamado “Rei do Camarão”, um quiosque de venda de camarões na mesma rua.

O caso foi registrado na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (DEPAC) e está sendo investigado pela Polícia Civil.

Original em RCN 67

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