A concentração de pombos na Lagoa Maior, em Três Lagoas, gera preocupação para a saúde pública devido ao risco de transmissão de enfermidades à população. Restos de alimentos deixados no chão, como migalhas e resíduos de lanches, atraem as aves para áreas de convivência e circulação de famílias.
Segundo o médico veterinário e coordenador do Centro de Controle de Zoonoses, Ricardo Roriz, "O pombo é transmissor de doenças, que são doenças transmitidas entre animais e pessoas. Alimentar esses animais favorece a aglomeração". As fezes secas dos animais liberam partículas que podem contaminar água, alimentos e o ar inalado por quem transita pelo local.
Entre os problemas associados às aves estão a criptococose, a histoplasmose, a salmonelose e a ornitose. Além disso, a presença dos animais pode causar a proliferação de piolhos de pombos, ácaros capazes de provocar alergias e dermatites em moradores.
Serviço
- Evitar alimentar pombos em praças, parques e residências
- Descartar lixo corretamente para diminuir a permanência das aves
- Centro de Controle de Zoonoses fornece repelente para pombos mediante retirada no local