Diante do alerta da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) a respeito do sarampo, informações inverídicas sobre a vacinação ressurgiram nas mídias sociais. O Ministério da Saúde enfatiza a importância crucial das vacinas na defesa da população contra enfermidades sérias, destacando que os imunizantes aplicados no Brasil são submetidos a rigorosas avaliações de segurança e eficácia.
Conforme comunicado pelo órgão, é falso que vacinas experimentais estejam em uso no território nacional. Igualmente, são infundadas as afirmações de que vacinas causam intoxicação ou possuem componentes secretos ou fragmentos de corpos humanos.
Previamente à sua disponibilização ao público, as vacinas são submetidas a estudos e análises a fim de atestar sua qualidade, segurança e eficácia. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é responsável, ainda, pelo acompanhamento constante da segurança desses imunizantes.
Adicionalmente à avaliação regulatória, as vacinas empregadas no Brasil são monitoradas pelos sistemas de farmacovigilância e pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI). Tal processo visa identificar e analisar potenciais eventos adversos, bem como acompanhar continuamente a relação entre benefícios e riscos dos produtos.