A cidade de Três Lagoas documentou 22 casos confirmados de chikungunya no ano de 2026, conforme o boletim mais recente emitido pela Secretaria Municipal de Saúde. Embora tenha havido um acréscimo nas semanas recentes, esse total é menor do que o observado no mesmo intervalo de 2025, que contabilizou 43 confirmações.
Mesmo com uma situação aparentemente mais sob controle, a Secretaria de Saúde mantém o estado de alerta. Isso ocorre porque uma parcela considerável da população ainda não foi exposta ao vírus, permanecendo vulnerável à infecção.
O poder público municipal intensificou as medidas de combate ao mosquito Aedes aegypti, vetor responsável pela transmissão da chikungunya, dengue e zika. Entre as iniciativas adotadas estão a procura ativa por casos suspeitos, a realização de coletas para exames, o acompanhamento de pacientes e a aplicação de bloqueio químico, utilizando equipamento costal, nas regiões com maior incidência de notificações.
No âmbito estadual, Mato Grosso do Sul já contabiliza 9.686 ocorrências da doença, com 28 falecimentos confirmados e um caso de óbito que permanece sob investigação.
As recomendações essenciais para a população incluem a eliminação de qualquer recipiente que possa acumular água parada, a utilização constante de repelentes e a instalação de telas de proteção. A chikungunya é caracterizada por febre elevada e dores intensas nas articulações, podendo resultar em sequelas que persistem por vários meses.