Curadoria Inteligente
24/08/2026 | 3 min leitura

Coleta de DNA para identificação de desaparecidos conta com 15 pontos em MS

Mobilização nacional de coleta de DNA para identificar desaparecidos ocorre em 15 pontos de MS, atendendo familiares gratuitamente até sexta (28).

Coleta de DNA para identificação de desaparecidos conta com 15 pontos em MS

Iniciou nesta segunda-feira, 24 de junho, e prossegue até a próxima sexta-feira, 28, a Semana de Mobilização Nacional para Coleta de DNA de Familiares de Pessoas Desaparecidas. Em Mato Grosso do Sul, a campanha disponibiliza 15 locais oficiais de atendimento, distribuídos entre Campo Grande e outras 14 cidades do interior.

O propósito da iniciativa é registrar amostras genéticas que serão comparadas com os bancos de dados periciais em todo o território nacional, visando agilizar a localização e a identificação de indivíduos encontrados, estejam eles vivos ou falecidos. Esta ação, que é gratuita e indolor, atende parentes de primeiro grau tanto na Capital quanto nos 14 municípios do interior.

O procedimento é completamente gratuito, rápido e sem dor: não é preciso coletar sangue, sendo realizada apenas uma raspagem na parte interna da bochecha com um cotonete esterilizado.

Locais de Atendimento em Mato Grosso do Sul

As coletas estão sendo efetuadas nas seguintes unidades periciais do Estado:

  • Campo Grande: Instituto de Análises Laboratoriais Forenses (Avenida Filinto Muller, 1530 – Vila Ipiranga);
  • Amambai: Unidade Regional de Perícia e Identificação (Rua Colombo, 807);
  • Aquidauana: Unidade Regional de Perícia e Identificação (Rua Luís da Costa Gomes, 593 – Vila Cidade Nova);
  • Bataguassu: Unidade Regional de Perícia e Identificação (Rua Padre Anchieta, 850 – Jardim São Francisco);
  • Corumbá: Unidade Regional de Perícia e Identificação (Rua Major Gama, 290);
  • Costa Rica: Unidade Regional de Perícias e Identificação (Rua Domingos Augusto Coelho, 511 – Centro);
  • Coxim: Unidade Regional de Perícias e Identificação (Rua General Mendes de Moraes, 240 – Jardim Aeroporto);
  • Dourados: Unidade Regional de Perícia e Identificação (Rua Cel. Ponciano, 835 – Terra Roxa);
  • Fátima do Sul: Unidade Regional de Perícia e Identificação (Rua Antônio Barbosa, 1980 – Centro);
  • Jardim: Núcleo Regional de Medicina Legal (Avenida Fernando Aranha, 1055 – Vila Major Costa);
  • Naviraí: Unidade Regional de Perícias e Identificação (Avenida Campo Grande, 188, 1º piso – Centro);
  • Nova Andradina: Unidade Regional de Perícia e Identificação (Avenida José Heitor de Almeida Camargo, 1044 – Centro);
  • Paranaíba: Unidade Regional de Perícia e Identificação (Rua Autogamis Rodrigues da Silva, 1531 – Centro);
  • Ponta Porã: Núcleo Regional de Medicina Legal (Rua Jorge Roberto Salomão, 1534 – Jardim Ipanema);
  • Três Lagoas: Núcleo Regional de Medicina Legal (Rua Mario Cesar Mancini, 351 – Jardim Morumbi).

Quem Pode Doar e Ordem de Prioridade

Para assegurar uma maior exatidão nas análises genéticas, os peritos aconselham a doação por parentes biológicos de primeiro grau, seguindo a seguinte ordem de prioridade:

  • Pais biológicos (pai e mãe);
  • Filhos biológicos, desde que acompanhados pelo outro genitor;
  • Irmãos biológicos;
  • Outros parentes com vínculo consanguíneo, caso os da linha direta não estejam disponíveis.

Menores de idade, incluindo crianças e adolescentes, também podem fornecer material genético, desde que estejam acompanhados por seu responsável legal. Familiares que já contribuíram com DNA em campanhas anteriores não precisam realizar o exame novamente.

Documentos Exigidos

O participante voluntário deve apresentar um documento oficial com foto e as informações do Boletim de Ocorrência (BO) referente ao caso do desaparecimento. Embora uma cópia impressa do registro policial seja recomendada, ela não é obrigatória.

A coleta pode ser efetuada em qualquer uma das unidades periciais mencionadas, independentemente da data em que o desaparecimento ocorreu ou do estado onde o fato se deu. Se for encontrada compatibilidade no banco de dados genéticos, o laudo pericial oficial é encaminhado à delegacia de origem para que a polícia entre em contato e forneça orientações à família.

Original em RCN 67

No treslagoas.com, respeitamos os direitos autorais e o trabalho jornalístico local. Nossa IA gerou este resumo original para facilitar sua leitura, mas convidamos você a prestigiar a fonte original completa.