O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem agenda oficial em Três Lagoas nesta quinta-feira, 25 de junho de 2026, em uma visita crucial para o futuro industrial de Mato Grosso do Sul e a política nacional de fertilizantes. O ponto alto do dia será a inspeção técnica das obras da UFN3 (Unidade de Fertilizantes Nitrogenados), um empreendimento que teve sua retomada confirmada após mais de uma década de paralisação.
A chegada da comitiva presidencial está prevista para o período da manhã, com a visita agendada para as 9h no canteiro de obras da unidade. Este projeto é considerado um dos mais aguardados nos últimos anos em Mato Grosso do Sul. A reativação da fábrica é um marco para a economia regional e essencial para a estratégia nacional de diminuir a dependência brasileira na importação de fertilizantes, um setor diretamente ligado à produção agropecuária.
Ao lado do presidente Lula, estarão o vice-presidente Geraldo Alckmin e a primeira-dama Janja Lula da Silva, além de ministros de áreas estratégicas do governo federal, o que sublinha a relevância institucional desta agenda em Três Lagoas.
A cidade já se prepara para a visita. Desde o início da semana, equipes do cerimonial da Presidência da República estão organizando a logística, enquanto o aeroporto municipal reforça sua operação para receber as autoridades e equipes de apoio.
A visita ocorre em um momento em que a retomada da UFN-3 apresenta sinais concretos. Nos últimos dias, as empresas responsáveis pela execução das obras começaram os processos de contratação de trabalhadores, elevando as expectativas de criação de empregos e um aquecimento significativo da economia local.
Após os compromissos em Três Lagoas, o presidente seguirá para Ponta Porã (MS). Lá, na parte da tarde, ele participará de uma cerimônia no Assentamento Itamarati, com foco na entrega de títulos de terra e no anúncio de medidas para fortalecer a reforma agrária.
Esta visita marca a segunda vez que Lula passa por Mato Grosso do Sul em 2026, colocando Três Lagoas novamente em destaque nacional, especialmente devido ao avanço de um projeto visto como essencial para a soberania industrial e o desenvolvimento do agronegócio brasileiro.