Curadoria Inteligente
16/05/2026 | 2 min leitura

Verruck enfatiza que potencial produtivo da UFN3 impulsionará protagonismo de MS

Retomada da UFN3 colocará MS como líder na produção de fertilizantes, reduzindo a dependência externa e impulsionando a economia local.

Verruck enfatiza que potencial produtivo da UFN3 impulsionará protagonismo de MS

Mato Grosso do Sul está preparado para assumir um papel de liderança na produção de fertilizantes, assim que a UFN3, localizada em Três Lagoas, retomar suas operações. Durante uma coletiva de imprensa para detalhar a produção da Fafen BA, cuja produção foi reiniciada no início do ano, a presidente da Petrobrás, Magda Chambriard, mencionou que a conclusão da UFN3 está em fase de contratação. Ela ressaltou que, com todas as quatro fábricas em operação, a Petrobrás terá a capacidade de suprir 35% da demanda nacional por fertilizantes.

Wagner Felicio, gerente executivo de Processamento de Gás Natural, detalhou que a UFN3 será responsável por 15% da demanda total, enquanto a Fafen BA contribuirá com 5%, a Fafen SE com 7% e a Araucária (PR) com 8%.

Jaime Verruck, economista e ex-secretário de Desenvolvimento do Estado, e pré-candidato a deputado federal pelo Republicanos, destacou que a retomada está prevista para 2029, com uma produção expressiva de ureia e amônia. Isso fortalecerá a competitividade do setor produtivo, a cadeia de suprimentos, além de gerar empregos e desenvolvimento. Ele enfatizou a importância dessa conquista para Mato Grosso do Sul e para o país, reduzindo a dependência externa por fertilizantes e impulsionando a produção local.

As obras da UFN3, paralisadas por mais de 10 anos, têm previsão de serem retomadas no segundo semestre deste ano. (Foto: Perfil News)

As empresas responsáveis pela retomada das obras da UFN3 em Três Lagoas já foram selecionadas pela Petrobrás. A retomada física das obras está prevista para 2027. A contratação das empresas executoras foi concluída no início do segundo trimestre.

O setor de fertilizantes ganhou destaque no planejamento, com um investimento de US$ 15,8 bilhões em Refino, Transporte, Comercialização, Petroquímica e Fertilizantes. Isso inclui a retomada da planta em Três Lagoas, que se tornou estratégica devido aos desafios no fornecimento desse insumo. Essas ações são iniciativas do Governo Federal e da Petrobrás.

A UFN3, inativa desde 2015, foi reavaliada a partir de 2023, quando a Petrobras decidiu retornar ao setor de fertilizantes, considerado estratégico para o país.

Assessoria de Comunicação

Original em Perfil News

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